Dra Terla realizando uma cirurgia refrativa.

CIRURGIA REFRATIVA: QUEM PODE FAZER? 

Para quem busca liberdade visual, a cirurgia refrativa surge como uma solução transformadora, capaz de corrigir definitivamente miopia, hipermetropia, astigmatismo e até a presbiopia (vista cansada). Por meio de técnicas precisas e personalizadas, como Femto-LASIK, PRK ou a implantação de lentes intraoculares, o procedimento remodela a córnea ou substitui o cristalino, devolvendo uma visão nítida para longe e, em muitos casos, também para perto. 

Assim, elimina-se a dependência diária de óculos e lentes, oferecendo uma nova experiência de autonomia para atividades cotidianas, esportes e lazer, com resultados estáveis e seguros. Mas atenção! Isso só acontece quando o paciente é adequadamente avaliado por um especialista! E, é preciso esclarecer, a cirurgia refrativa ainda não é uma opção para todos.

A elegibilidade para cirurgia refrativa, conforme dissemos, depende de uma rigorosa avaliação médica que considera critérios específicos. Sendo assim, este artigo pretende esclarecê-los para que você possa tomar a decisão de forma assertiva. 

Critérios fundamentais para candidatura à cirurgia refrativa

1. Idade e estabilidade do grau 

O candidato ideal deve ter mais de 21 anos. O motivo principal é que o grau dos óculos precisa estar estável por, pelo menos, um ano. Isso é extremamente importante, pois garante que o erro refrativo não esteja em evolução, o que poderia comprometer o resultado a longo prazo.

2. Condições oculares saudáveis 

Os olhos devem estar livres de doenças que possam interferir na cicatrização ou no resultado. São excluídos portadores de:

  • Ceratocone (ou suspeita), pois a cirurgia pode enfraquecer a córnea e piorar a condição; 
  • Doenças da córnea, retina ou glaucoma não controlado; 
  • Olho seco severo não tratado, pois o procedimento pode temporariamente agravar o ressecamento; 
  • Infecções oculares ativas.

3. Espessura e formato da córnea 

A maioria das técnicas – como LASIK, PRK e SMILE – remodela a córnea. Portanto, é essencial que ela tenha espessura e curvatura adequadas. Quando muito fina ou irregular pode desqualificar o paciente para algumas técnicas, por questões de segurança estrutural.

4. Grau dentro dos limites tratáveis 

Cada técnica tem faixas recomendadas:

  • Miopia: geralmente até -8.00 a -10.00 dioptrias (dependendo da técnica e da espessura corneana).
  • Hipermetropia: até +4.00 a +6.00 dioptrias.
  • Astigmatismo: até 5.00 a 6.00 dioptrias.

Graus muito altos podem exigir outras opções, como lentes intraoculares fácicas (ICL).

5. Estado geral de saúde 

Algumas doenças sistêmicas não controladas, como diabetes descompensada, doenças autoimunes – lúpus, artrite reumatoide – ou imunossupressão, podem prejudicar a cicatrização e são consideradas contraindicações relativas ou absolutas.

Grávidas ou lactantes devem adiar a cirurgia, pois as alterações hormonais podem modificar temporariamente o grau e a cicatrização.

O processo decisório: a importância da avaliação. 

Importante destacar que nenhuma lista de critérios substitui uma consulta detalhada com um cirurgião oftalmologista especializado! A avaliação pré-operatória é minuciosa e inclui:

  • Histórico médico e ocular completo; 
  • Topografia e tomografia corneana: mapas detalhados da superfície e espessura da córnea, essenciais para detectar irregularidades como o ceratocone subclínico;
  • Medição precisa do grau;
  • Exame de fundo de olho para verificar a saúde da retina; 
  • Teste de lubrificação ocular (teste de Schirmer, tempo de ruptura do filme lacrimal).
Paciente sendo examinada em equipamento oftalmológico para realizar uma cirurgia refrativa.

Perfis com indicações especiais 

Atletas ou profissionais em atividades de risco: técnicas de superfície (como PRK) podem ser preferidas para evitar problemas com o flap (aba) criado no LASIK em caso de trauma.

Pacientes com córneas mais finas: o PRK ou o implante de lente intraocular (ICL) podem ser alternativas mais seguras.

Presbiopia (vista cansada): pessoas acima de 40-45 anos podem se beneficiar de técnicas específicas, como o Presbyond que, conforme as palavras da Dra. Terla,  permitem corrigir a visão de forma personalizada, segura e eficaz, inclusive para quem ainda está em plena fase profissional e ativa. 

Em resumo, o candidato ideal para a cirurgia refrativa é um adulto jovem ou de meia-idade, com grau estável, córneas saudáveis e adequadas, sem doenças oculares ou sistêmicas que impeçam uma boa cicatrização. A tecnologia avançou muito, oferecendo opções personalizadas, mas a seleção rigorosa do paciente é o fator mais crítico para o sucesso. A decisão final é sempre compartilhada entre o paciente, bem informado sobre riscos e benefícios, e o cirurgião, após uma análise completa e individualizada. 

Vamos cuidar disso juntos?      

Com anos de experiência, meu foco é ajudar os pacientes a VEREM o mundo da melhor maneira possível por meio de tratamentos modernos e de acordo com cada particularidade. Vamos agendar uma consulta e entender como podemos cuidar da sua saúde? 

Dra Terla Castro

Médica Oftalmologista 

CRM 22717

RQE 13628

Especialista em Córnea, Cirurgia do Ceratocone, Cirurgia Refrativa, Cirurgia de Catarata, Implante de Lentes intraoculares e Lentes de Contato. 

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